A Andross Editora está recebendo originais de contos sobrenaturais, de suspense e de terror para uma antologia que será lançada em julho de 2008, com o título CAMINHOS DO MEDO.
A editora pretende que o livro seja destaque em seu estande na 20º Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontecerá de 14 a 24 de agosto de 2008.
Quem quiser dar uma olhada, o projeto gráfico da capa está aqui.
Para submeter um conto para avaliação, clique aqui.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Lemniscata na mídia
O livro Lemniscata, lançado pela Suma de Letras em dezembro passado e de que já falamos aqui, está recebendo bastante atenção da mídia.
O autor Pedro Drummond recebeu a equipe do Bom Dia São Paulo no dia do lançamento, na Livraria da Vila Lorena, para uma exclusiva. Domingo passado, foi a vez de Fausto Silva apresentar a obra para seus telespectadores. Confira:
O autor Pedro Drummond recebeu a equipe do Bom Dia São Paulo no dia do lançamento, na Livraria da Vila Lorena, para uma exclusiva. Domingo passado, foi a vez de Fausto Silva apresentar a obra para seus telespectadores. Confira:
terça-feira, janeiro 29, 2008
Reflexões sobre a literatura policial brasileira
Dois textos interessantes sobre a literatura policial brasileira contemporânea:
Olivia Maia, no Le Monde Diplomatique Brasil, em 18 de janeiro;
Paulo Polzonoff, comentando o texto da Olívia em seu blog, hoje.
Leiam, comentem, fomentem!
Olivia Maia, no Le Monde Diplomatique Brasil, em 18 de janeiro;
Paulo Polzonoff, comentando o texto da Olívia em seu blog, hoje.
Leiam, comentem, fomentem!
domingo, janeiro 27, 2008
Lançamentos Companhia das Letras
O boletim de Janeiro da editora traz algumas novidades para a literatura policial:
Caso perdido, de Carl Hiassen
Jack Tagger, ex-peso pesado do jornalismo investigativo, por conta de desaforos dirigidos ao magnata que controla o jornal se vê rebaixado à seção de obituários. Mas eis que um morto semi-ilustre cai em suas mãos: Jimmy Stoma, líder de uma banda hardcore dos anos 80, que se afogou nas Bahamas em circunstâncias um tanto misteriosas.
Tagger, fã de carteirinha da velha banda, não se contenta em digitar um simples necrológio e resolve ir fundo no caso Stoma, onde fareja crime em estado puro e a possibilidade de reerguer sua combalida carreira jornalística.
O caminho para chegar aos fatos é cheio de ciladas, e várias vezes Tagger tem de usar os punhos para se safar das mais inesperadas agressões. E não só os punhos: um lagarto morto e congelado, por exemplo, mostrará sua eficácia como arma no combate a seus violentos oponentes. Outro empecilho nas investigações de Jack Tagger é sua bela e jovem editora, que não larga do seu pé e, eventualmente, também do seu coração. Está montada a equação para mais uma deliciosa e empolgante aventura tipicamente hiaaseniana.
Morte e julgamento, de Donna Leon
O comissário Guido Brunetti, da polícia de Veneza, tem estado um pouco estranho ultimamente, enojado com a infiltração generalizada de criminosos na sociedade italiana; mesmo assim segue investigando seus casos e tentando criar os filhos da melhor forma possível.
A vítima da vez é Carlo Trevisan, eminente advogado local, com clientes entre os ricos e poderosos. O que a investigação revela, entretanto, é uma rede de corrupção complexa e perigosa, cujas raízes se estendem para além do que o comissário havia imaginado. Como os canais de Veneza, cenário da trama, que escondem uma teia de conexões ocultas e freqüentemente malcheirosas, as relações entre os mortos - plural, porque rapidamente aparecem mais cadáveres - apontam para um imbróglio de violência, crimes e crueldade muito mais amplo e aterrador do que o assassinato inicial podia indicar.
Se, mesmo embotado pelos escândalos do governo, Brunetti se mantinha um policial dedicado, quando o horror que investiga atinge sua própria família, ele toma como questão pessoal esclarecer o crime.
No inferno, de George Pelecanos
Previsão de lançamento: 29 de janeiro
O detetive Derek Strange e seu parceiro Terry Quinn percorrem novamente os labirintos da periferia de Washington atrás de uma garota aliciada para a prostituição e dos assassinos de um menino do time de futebol americano organizado por Strange.
A grande arte, de Rubem Fonseca (edição de bolso)
Apenas a letra P, traçada a ponta de faca no rosto de uma prostituta assassinada. "Não haveria impressões digitais, testemunhas, quaisquer indícios que o identificassem. Apenas sua caligrafia."Para decifrar essa escrita perversa, o advogado Mandrake - um dos grandes personagens da nossa literatura contemporânea - lança-se em uma frenética aventura pelo lado sombrio da metrópole, enquanto, de mão em mão, as facas cumprem sua faina silenciosa e mortal.
A grande arte, publicado originalmente no final de 1983, permaneceu durante meses na lista dos livros mais vendidos do Brasil. A crítica, que já tinha os contos de Rubem Fonseca em alta consideração, acolheu o romance com entusiasmo, tanto no Brasil como no exterior.
A grande arte virou filme de Walter Salles em 1991, com roteiro baseado no romance de Rubem Fonseca.
Caso perdido, de Carl Hiassen
Jack Tagger, ex-peso pesado do jornalismo investigativo, por conta de desaforos dirigidos ao magnata que controla o jornal se vê rebaixado à seção de obituários. Mas eis que um morto semi-ilustre cai em suas mãos: Jimmy Stoma, líder de uma banda hardcore dos anos 80, que se afogou nas Bahamas em circunstâncias um tanto misteriosas.Tagger, fã de carteirinha da velha banda, não se contenta em digitar um simples necrológio e resolve ir fundo no caso Stoma, onde fareja crime em estado puro e a possibilidade de reerguer sua combalida carreira jornalística.
O caminho para chegar aos fatos é cheio de ciladas, e várias vezes Tagger tem de usar os punhos para se safar das mais inesperadas agressões. E não só os punhos: um lagarto morto e congelado, por exemplo, mostrará sua eficácia como arma no combate a seus violentos oponentes. Outro empecilho nas investigações de Jack Tagger é sua bela e jovem editora, que não larga do seu pé e, eventualmente, também do seu coração. Está montada a equação para mais uma deliciosa e empolgante aventura tipicamente hiaaseniana.
Morte e julgamento, de Donna Leon

O comissário Guido Brunetti, da polícia de Veneza, tem estado um pouco estranho ultimamente, enojado com a infiltração generalizada de criminosos na sociedade italiana; mesmo assim segue investigando seus casos e tentando criar os filhos da melhor forma possível.
A vítima da vez é Carlo Trevisan, eminente advogado local, com clientes entre os ricos e poderosos. O que a investigação revela, entretanto, é uma rede de corrupção complexa e perigosa, cujas raízes se estendem para além do que o comissário havia imaginado. Como os canais de Veneza, cenário da trama, que escondem uma teia de conexões ocultas e freqüentemente malcheirosas, as relações entre os mortos - plural, porque rapidamente aparecem mais cadáveres - apontam para um imbróglio de violência, crimes e crueldade muito mais amplo e aterrador do que o assassinato inicial podia indicar.
Se, mesmo embotado pelos escândalos do governo, Brunetti se mantinha um policial dedicado, quando o horror que investiga atinge sua própria família, ele toma como questão pessoal esclarecer o crime.
No inferno, de George PelecanosPrevisão de lançamento: 29 de janeiro
O detetive Derek Strange e seu parceiro Terry Quinn percorrem novamente os labirintos da periferia de Washington atrás de uma garota aliciada para a prostituição e dos assassinos de um menino do time de futebol americano organizado por Strange.
A grande arte, de Rubem Fonseca (edição de bolso)

Apenas a letra P, traçada a ponta de faca no rosto de uma prostituta assassinada. "Não haveria impressões digitais, testemunhas, quaisquer indícios que o identificassem. Apenas sua caligrafia."Para decifrar essa escrita perversa, o advogado Mandrake - um dos grandes personagens da nossa literatura contemporânea - lança-se em uma frenética aventura pelo lado sombrio da metrópole, enquanto, de mão em mão, as facas cumprem sua faina silenciosa e mortal.
A grande arte, publicado originalmente no final de 1983, permaneceu durante meses na lista dos livros mais vendidos do Brasil. A crítica, que já tinha os contos de Rubem Fonseca em alta consideração, acolheu o romance com entusiasmo, tanto no Brasil como no exterior.
A grande arte virou filme de Walter Salles em 1991, com roteiro baseado no romance de Rubem Fonseca.
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sexta-feira, janeiro 25, 2008
Lançamento
Negócio da China em São FranciscoPublishNews - 24/01/2008
A estréia literária de William C. Gordon é um romance noir repleto de intrigas e mistério. O autor, que é marido de Isabel Allende, foi advogado por décadas, além de dono de um bar em São Francisco. E é justamente em sua experiência pessoal que se inspirou para escrever O mistério dos jarros chineses (Record, 288 pp., R$35). Crimes, homens de negócios e mulheres fatais povoam a história ambientada na São Francisco dos anos 60, onde Samuel Hamilton é um vendedor de anúncios classificados que quer ser repórter. Intrigado pelas estranhas circunstâncias da morte de seu grande amigo Reginald - atropelado por um ônibus -, inicia sua própria investigação. Em visita ao Brasil durante esta semana (21 até 25/01), o autor muito bem-humorado visita livrarias e encontra-se com seus leitores.
Lançamentos Suma de Letras
O selo Suma de Letras, da editora Objetiva, é dedicado à ficção de entretenimento, a livros que são dinâmicos e envolventes. Em edições bem cuidadas e com capas atraentes, o selo já lançou mais de 20 títulos.
Os mais recentes lançamentos são Morte em Dark Harbor, de Stuart Woods,
e Echo Park, de Michael Connelly, de quem já falei aqui.
Entre os títulos disponíveis, está Coração ferido, de Chelsea Cain, sucesso no EUA e cuja protagonista, uma charmosa serial killer, tem sido comparada a Hannibal Lecter. Lemniscata, de Pedro Drummond, de que já falamos aqui, é um dos poucos títulos nacionais.
Os mais recentes lançamentos são Morte em Dark Harbor, de Stuart Woods,
e Echo Park, de Michael Connelly, de quem já falei aqui.Fiquem atentos porque em breve teremos uma promoção exclusiva para vocês, em parceria com a Editora Objetiva.
Aguardem!
Indicados ao Edgar 2008
Saiu a lista de indicados ao Edgar, prêmio anual concedido pela The Mystery Writers of America, organização com sede em Nova York dedicada à literatura policial. Homenagem a Edgar Allan Poe, o prêmio contempla os destaques da ficção policial na literatura, cinema e televisão.
Os indicados nas principais categorias são:
Melhor Romance
Christine Falls, de Benjamin Black
Priest, de Ken Bruen
The Yiddish Policemen’s Union, de Michael Chabon
Soul Patch, de Reed Farrel Coleman
Down River, de John Hart
Melhor Romance de Estréia
Missing Witness, de Gordon Campbell
In the Woods, de Tana French
Snitch Jacket, de Christopher Goffard
Head Games, de Craig McDonald
Pyres, de Derek Nikitas
Melhor Biografia / Crítica
The Triumph of the Thriller: How Cops, Crooks and Cannibals Captures Popular Fiction, de Patrick Anderson
A Counter-History of Crime Fiction: Supernatural, Gothic, Sensational, de Maurizio Ascari
Deviance in Contemporary Crime Fiction, de Christiana Gregoriou
Arthur Conan Doyle: A Life in Letters, de Jon Lellenberg, Daniel Stashower e Charles Foley
Chester Gould: A Daughter’s Biography of the Creator of Dick Tracy, de Jean Gould O'Connell
Melhor Episódio de Série de TV
"It’s Alive", Dexter (FOX Brasil)
"Yahrzeit", Waking the Dead (BBC)
"Pie-Lette", Pushing Daisies (ABC)
"Senseless", Law & Order: Criminal Intent (AXN Brasil)
"Pilot", Burn Notice (FOX)
Melhor Filme
Senhores do Crime (Eastern Promises), direção de David Cronenberg e roteiro de Steven Knight
O Vigia (The Lookout), direção e roteiro de Scott Frank
Conduta de Risco (Michael Clayton), direção e roteiro de Tony Gilroy
Onde os Fracos Não Têm Vez (No Country for Old Men), direção e roteiro de Joel & Ethan Coen, baseado no livro de Cormac McCarthy
Zodíaco (Zodiac), direção de David Fincher e roteiro de James Vanderbilt, baseado no livro de Robert Graysmith
Os indicados nas principais categorias são:
Melhor Romance
Christine Falls, de Benjamin Black
Priest, de Ken Bruen
The Yiddish Policemen’s Union, de Michael Chabon
Soul Patch, de Reed Farrel Coleman
Down River, de John Hart
Melhor Romance de Estréia
Missing Witness, de Gordon Campbell
In the Woods, de Tana French
Snitch Jacket, de Christopher Goffard
Head Games, de Craig McDonald
Pyres, de Derek Nikitas
Melhor Biografia / Crítica
The Triumph of the Thriller: How Cops, Crooks and Cannibals Captures Popular Fiction, de Patrick Anderson
A Counter-History of Crime Fiction: Supernatural, Gothic, Sensational, de Maurizio Ascari
Deviance in Contemporary Crime Fiction, de Christiana Gregoriou
Arthur Conan Doyle: A Life in Letters, de Jon Lellenberg, Daniel Stashower e Charles Foley
Chester Gould: A Daughter’s Biography of the Creator of Dick Tracy, de Jean Gould O'Connell
Melhor Episódio de Série de TV
"It’s Alive", Dexter (FOX Brasil)
"Yahrzeit", Waking the Dead (BBC)
"Pie-Lette", Pushing Daisies (ABC)
"Senseless", Law & Order: Criminal Intent (AXN Brasil)
"Pilot", Burn Notice (FOX)
Melhor Filme
Senhores do Crime (Eastern Promises), direção de David Cronenberg e roteiro de Steven Knight
O Vigia (The Lookout), direção e roteiro de Scott Frank
Conduta de Risco (Michael Clayton), direção e roteiro de Tony Gilroy
Onde os Fracos Não Têm Vez (No Country for Old Men), direção e roteiro de Joel & Ethan Coen, baseado no livro de Cormac McCarthy
Zodíaco (Zodiac), direção de David Fincher e roteiro de James Vanderbilt, baseado no livro de Robert Graysmith
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quinta-feira, janeiro 24, 2008
Sue Grafton ganha prêmio
A escritora americana Sue Grafton é a ganhadora do The Cartier Diamond Dagger deste ano, um dos muitos distribuídos pela The Crime Writers' Association, na Inglaterra. O prêmio contempla o conjunto da obra de escritores que tenham sustained excellence, ou seja, cuja escrita é linear e invariavelmente excelente.
Grafton é autora da série de livros cujos títulos são inspirados em letras do alfabeto. As aventuras de sua personagem principal, a detetive particular Kinsey Millhone, podem ser seguidas desde A de Álibi, B de Busca e C de Cadáver até o mais recente T is for Trespass, lançado no EUA em dezembro de 2007.
Grafton é autora da série de livros cujos títulos são inspirados em letras do alfabeto. As aventuras de sua personagem principal, a detetive particular Kinsey Millhone, podem ser seguidas desde A de Álibi, B de Busca e C de Cadáver até o mais recente T is for Trespass, lançado no EUA em dezembro de 2007.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Está previsto para fevereiro o lançamento do livro O mistério da 13a. letra, de Andre Esteves de Andrade, amigo deste blog e responsável pelo Beco do Crime.
Assim que soubermos a data exata do lançamento, avisaremos vocês!
Assim que soubermos a data exata do lançamento, avisaremos vocês!
O roubo do Bushido de Ouro
A ação principal se passa no Japão, durante a Copa do Mundo de 2002 quando o Pintor, ladrão de fama internacional, é contratado para fazer o roubo do século, desafiando o sistema de segurança máxima do Castelo Matsumoto, que pertence a um poderoso chefão da máfia japonesa. O Pintor precisa roubar o Bushido de Ouro, o código de honra dos samurais que, até então, acreditava-se que fosse transmitido oralmente, de geração para geração. Ladrão requintado, procurado pela polícia no mundo todo, o Pintor deixa sempre uma única pista, que é sua marca registrada, a representação de um quadro famoso, daí seu apelido. Conta com suporte tecnológico de última geração e uns poucos comparsas, mas sua arma principal é incrível habilidade de se disfarçar. Entre os diversos personagens, policiais e jornalistas que estão cobrindo a copa, existem vários suspeitos, mas o próprio leitor custa a descobrir quem é o Pintor, Monsieur Pasquim, competente policial da Interpol, há anos persegue, sem sucesso esse ladrão, mas agora tem um plano infalível. A CIA, por motivos muito especiais, também está atrás do vigarista. Em meio a um clima agitado do final da copa e ao exotismo asiático, tem lugar o mirabolante planejamento do roubo e a implacável perseguição da polícia, com muita ação, sexo, violência e um suspense que prende o leitor até o inesperado final. Este é o começo da história do livro O Bushido de Ouro (Marco Zero, 288 pp., R$ 39), escritor por Luiz Vicente Longo.Fonte: site oficial da editora
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Novo livro de Stephen King
Duma Key, o novo livro de Stephen King, será comercializado no Estados Unidos a partir do próximo dia 22 de janeiro.
Lançamento
Já está disponível O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford, o livro que inspirou o filme homônimo, estrelado por Brad Pitt e Casey Affleck.O autor, Ron Hansen, já tinha abordado o tema do Velho Oeste em Desperadoes, inédito por aqui. Até agora, o único outro título do autor, publicado no Brasil em 1997, é Mariette em êxtase, pela editora Objetiva, mas que está fora de catálogo.
Jesse James é publicado pela Novo Conceito, a mesma editora que publicou Zodíaco, de Robert Graysmith
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Livros sobre Conan Doyle no NY Times
Dois novos lançamentos sobre o criador de Sherlock Holmes são o objeto desse artigo publicado no site do New York Times.
Se você entende inglês, vale a pena dar uma olhada no artigo e pesquisar onde comprar os livros pelo melhor preço. Se não, é rezar para que alguma editora brasileira se encante com a vida de Conan Doyle e publique por aqui logo, logo.
Se você entende inglês, vale a pena dar uma olhada no artigo e pesquisar onde comprar os livros pelo melhor preço. Se não, é rezar para que alguma editora brasileira se encante com a vida de Conan Doyle e publique por aqui logo, logo.
terça-feira, dezembro 04, 2007
Lançamento

(fonte: PublishNews - 04/12/2007)
Com ares de romance policial e um repórter como protagonista, O código dos justos, do jornalista inglês Jonathan Freedland (nome verdadeiro de Sam Bourne), mostra que nem toda trama conspiratória com fundo religioso precisa ser sem imaginação. O livro conta a história de dois assassinatos em extremos opostos dos Estados Unidos: um nas ruas do submundo de Nova York, o outro nas matas de Montana. Uma série de assassinatos em cada canto do globo, das superpovoadas favelas da Índia às prístinas praias da Cidade do Cabo. Não pode haver uma ligação entre eles. Pelo menos é o que acredita Will Monroe, um jovem repórter do New York Times, até a manhã em que sua mulher é seqüestrada. Os que a mantêm em cativeiro parecem dispostos a matá-la sem hesitação.
Com ares de romance policial e um repórter como protagonista, O código dos justos, do jornalista inglês Jonathan Freedland (nome verdadeiro de Sam Bourne), mostra que nem toda trama conspiratória com fundo religioso precisa ser sem imaginação. O livro conta a história de dois assassinatos em extremos opostos dos Estados Unidos: um nas ruas do submundo de Nova York, o outro nas matas de Montana. Uma série de assassinatos em cada canto do globo, das superpovoadas favelas da Índia às prístinas praias da Cidade do Cabo. Não pode haver uma ligação entre eles. Pelo menos é o que acredita Will Monroe, um jovem repórter do New York Times, até a manhã em que sua mulher é seqüestrada. Os que a mantêm em cativeiro parecem dispostos a matá-la sem hesitação.
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Entrevista com Tony Bellotto
Em entrevista realizada em Curitiba, Tony Bellotto fala sobre violência e seu último livro Os insones, e também sobre as diferenças entre fazer música e fazer literatura.
segunda-feira, novembro 26, 2007
Lançamento
Sujeitos, elementos e magarefes, leitores de plantão:
Em breve estará disponível Lemniscata, livro de estréia de Pedro Drummond, a ser lançado pela editora Objetiva em dezembro.
O enredo bem humorado e com final surpreendente trata de Daniel Dorff, um pesquisador canadense que se torna o pivô de um grande mistério envolvendo sua família. Christian, seu irmão mais velho, professor da Universidade de Toronto, é preso sob a identidade de outro homem e recebe uma séria ameaça. A preocupação maior de Christian agora é proteger sua sobrinha Lorena, que está correndo perigo.
O livro é um autêntico thriller. O gênero ainda engatinha no Brasil, apesar de os leitores brasileiros serem grandes admiradores das aventuras norte-americanas. É de gente como Pedro Drummond e A.J. Barros (autor de Conceito Zero) que precisamos para criar raízes para o thriller tupiniquim.
Em breve estará disponível Lemniscata, livro de estréia de Pedro Drummond, a ser lançado pela editora Objetiva em dezembro.
O enredo bem humorado e com final surpreendente trata de Daniel Dorff, um pesquisador canadense que se torna o pivô de um grande mistério envolvendo sua família. Christian, seu irmão mais velho, professor da Universidade de Toronto, é preso sob a identidade de outro homem e recebe uma séria ameaça. A preocupação maior de Christian agora é proteger sua sobrinha Lorena, que está correndo perigo.
O livro é um autêntico thriller. O gênero ainda engatinha no Brasil, apesar de os leitores brasileiros serem grandes admiradores das aventuras norte-americanas. É de gente como Pedro Drummond e A.J. Barros (autor de Conceito Zero) que precisamos para criar raízes para o thriller tupiniquim.
sexta-feira, novembro 16, 2007
Tiago Novaes na Mostra Sesc de Artes
Convite feito à LivrariadoCrime pelo amigo e autor Tiago Novaes, que estendo a vocês:
"Amigos,
Gostaria de convidá-los a participar de La culpa la tiene Niemeyer: a última trilha de J. F., um projeto que realizei em parceria com os grupos Bineural Monokultur e Difusa Fronteira, e que faz parte da Mostra SESC de Artes: Circulações.
Trata-se de um audiotour ficcional - uma narrativa policial onde os ouvintes/participantes circulam por espaços no centro da cidade - que sairá do SESC Consolação por duas semanas, todos os dias, a partir da 2a. feira (dia 19).
Para ouvir o poema-trailer que escrevi para o audiotour, em leitura de Vanessa Bruno do CPT, clique aqui.
Mais informações: site do SESC ou o meu blog.
De 19/11 a 01/12. Segunda a sexta, 11h às 17h; Sábado, 9h às 12h (exceto feriados).
Saídas individuais a cada 10min. (o roteiro completo tem cerca de 60min.)"
Tiago Novaes é o autor do excelente Estado vegetativo, publicado pela Callis. Quem não leu, leia. Quem já leu, vá à Mostra. Compareçam, prestigiem!!
"Amigos,
Gostaria de convidá-los a participar de La culpa la tiene Niemeyer: a última trilha de J. F., um projeto que realizei em parceria com os grupos Bineural Monokultur e Difusa Fronteira, e que faz parte da Mostra SESC de Artes: Circulações.
Trata-se de um audiotour ficcional - uma narrativa policial onde os ouvintes/participantes circulam por espaços no centro da cidade - que sairá do SESC Consolação por duas semanas, todos os dias, a partir da 2a. feira (dia 19).
Para ouvir o poema-trailer que escrevi para o audiotour, em leitura de Vanessa Bruno do CPT, clique aqui.
Mais informações: site do SESC ou o meu blog.
SESC Consolação
R$ 10,00; R$ 5,00 (usuário matriculado); R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).De 19/11 a 01/12. Segunda a sexta, 11h às 17h; Sábado, 9h às 12h (exceto feriados).
Saídas individuais a cada 10min. (o roteiro completo tem cerca de 60min.)"
Tiago Novaes é o autor do excelente Estado vegetativo, publicado pela Callis. Quem não leu, leia. Quem já leu, vá à Mostra. Compareçam, prestigiem!!
quinta-feira, novembro 08, 2007
Espinosa na Bravo!
Saiu na revista Bravo! do mês de novembro um artigo sobre o lançamento do novo livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza, "Na multidão". É curto, mas vale a pena conferir.
Na esteira dessa matéria, a revista organizará um debate sobre literatura policial entre Garcia-Roza e Tony Bellotto, mediado pelo jornalista Paulo Moreira Leite. Será amanhã, às 19h, na Fnac Pinheiros.
Na esteira dessa matéria, a revista organizará um debate sobre literatura policial entre Garcia-Roza e Tony Bellotto, mediado pelo jornalista Paulo Moreira Leite. Será amanhã, às 19h, na Fnac Pinheiros.
terça-feira, outubro 30, 2007
De Niro e Pacino, de novo
Robert De Niro e Al Pacino estão em Nova York para filmar o longa Righteous Kill, dirigido por Jon Avnet. O filme traz dois investigadores de polícia veteranos às voltas com um serial killer que escreve poemas sobre os assassinatos que comete, deixando-os na cena do crime.
Para quem não se lembra, os megastars têm dois filmes em comum no currículo.
O primeiro é O poderoso chefão 2 (The Godfather: part II), de 1974. Embora não tenham contracenado juntos, a saga dos Corleone não seria a mesma sem a magistral interpretação de De Niro, como o jovem Vito, e Al Pacino, retratado como seu filho Michael anos depois.
O outro é Fogo contra fogo (Heat), de 1995. Na época do lançamento desse filme, muito se falou sobre aquele que seria o primeiro em que De Niro e Pacino dividiriam a mesma cena, mas o resultado foi um pouco decepcionante para os fãs. Se eu bem me lembro, há apenas uma seqüência ou duas em que os dois atores realmente contracenam juntos.
Anyway, Righteous Kill trará Robert De Niro e Al Pacino já sessentões e, talvez por isso mesmo, mais dispostos a finalmente presentearem os cinéfilos com uma bela parceria.
E.T.: Jon Avnet é produtor de mais de 50 filmes, mas dirigiu apenas pouco mais de 10. Entre eles, o sensível Tomates verdes fritos (Fried Green Tomatoes), de 1991, e o bonitinho Íntimo e pessoal (Up Close & Personal), de 1996. Resta saber se ele conseguirá cumprir a difícil missão de contemporizar os nada humildes egos de seus protagonistas.
Para quem não se lembra, os megastars têm dois filmes em comum no currículo.
O primeiro é O poderoso chefão 2 (The Godfather: part II), de 1974. Embora não tenham contracenado juntos, a saga dos Corleone não seria a mesma sem a magistral interpretação de De Niro, como o jovem Vito, e Al Pacino, retratado como seu filho Michael anos depois.
O outro é Fogo contra fogo (Heat), de 1995. Na época do lançamento desse filme, muito se falou sobre aquele que seria o primeiro em que De Niro e Pacino dividiriam a mesma cena, mas o resultado foi um pouco decepcionante para os fãs. Se eu bem me lembro, há apenas uma seqüência ou duas em que os dois atores realmente contracenam juntos.
Anyway, Righteous Kill trará Robert De Niro e Al Pacino já sessentões e, talvez por isso mesmo, mais dispostos a finalmente presentearem os cinéfilos com uma bela parceria.
E.T.: Jon Avnet é produtor de mais de 50 filmes, mas dirigiu apenas pouco mais de 10. Entre eles, o sensível Tomates verdes fritos (Fried Green Tomatoes), de 1991, e o bonitinho Íntimo e pessoal (Up Close & Personal), de 1996. Resta saber se ele conseguirá cumprir a difícil missão de contemporizar os nada humildes egos de seus protagonistas.
Rubem Fonseca na Época
A revista Época destaca o livro O romance morreu, de Rubem Fonseca, como o livro da semana. Vale a pena conferir a resenha nas bancas, ou aqui (se você for assinante do Globo.com), nem que seja para ver as fotos do recluso escritor, em uma recente viagem que fez por Israel.
Para saber mais, visite o blog do mestre no Portal Literal.
Para saber mais, visite o blog do mestre no Portal Literal.
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