
A primeira é Jonas, o Copromanta, de Patricia Melo. A autora de Mundo Perdido e Elogio da Mentira lança uma história algo metaliterário, já que o personagem principal trabalha na Biblioteca Nacional e é fa de Rubem Fonseca.
Ainda não li, mas não estou muito animada. Lerei e prometo comentar aqui. Devo dizer que desde Valsa Negra não ando muito empolgada com a escrita da autora.
Lembro-me de que quando li O Matador eu passei dias impressionada com a força da história e avassalada pela crueza dos personagens. Eu adorei. Por isso, e só por isso, continuo a ler Patricia Melo. Na esperança de reencontrar gente como Máiquel em suas páginas.
E.T. Não sei o que é copromanta, mas se você quiser saber mais sobre o livro, pode ler esse textículo do Estadão.

Quem já leu Edições Perigosas, Impressões e Provas ou A Promessa do Livreiro, sabe do que estou falando. Quem ainda não leu está esperando o quê?
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